Renault no mundo SUV Coupé com Arkana

2020 New Renault ARKANA R.S. Line

A Renault revelou que o Arkana, que havia lançado para mercados como a China e a Coreia do Sul em 2018, vai ser lançado na Europa. Com o modelo, a marca francesa alarg a gama com um SUV Coupé. Chegada no primeiro semestre de 2021, com motorizações a gasolina e E-TECH Hybrid.

A versão do Arkana a lançar no Velho Continente recorre à plataforma modular CMF-B da Aliança, a mesma que serve as mais recentes gerações Clio e Captur. Com 190 mm de altura ao solo, 4568 mm de comprimento, 1571 mm de altura e uma distância entre eixos de 2720 mm, o Renault Arkana revela uma imagem imponente, para a qual contribuem as jantes de 17 e 18 polegadas com que será proposto.

No interior, a Renault salienta o espaço livre para as pernas dos passageiros da secção traseira do habitáculo que, com 211 mm, que é, de acordo com o construtor, “o maior do segmento”. A bagageira tem 513 litros de capacidade (438 na E-TECH Hybrid). Voltando ao habitáculo, o Arkana tem um painel de instrumentos digital a cores com 4,2, 7 ou 10,2 polegadas, complementado por um ecrã central de 7 ou de 9,3 polegadas (dependendo das versões de equipamento).

Híbrido inspirado na Fórmula 1

O SUV Coupé incluirá motorizações a gasolina de quatro cilindros 1.3 TCe e híbrida. O 1.3 tCe combina caixa automática de dupla embraiagem EDC e estará, numa primeira fase, disponível na versão de 140 cv e, posteriormente, na mais potente de 160 cv. O Arkana terá também terá uma novidade sob o capot, dado que o motor 1.3 TCe está equipado com um sistema micro-híbrido, composto por um alternador/motor de arranque associado a uma bateria de iões de lítio de 12V posicionada sob o assento do passageiro.

Quanto à motorização híbrida paralela E-TECH Hybrid, com base na tecnologia E-TECH desenvolvida na Fórmula 1, é composta pelo mais recente motor 1.6 a gasolina desenvolvido pela Aliança, que foi devidamente adaptado para a tecnologia híbrida, dois motores elétricos – um elétrico e um motor de arranque/gerador de alta voltagem – e uma caixa de velocidades muti-modos sem embraiagem. O modelo pode, de acordo com a Renault, circular até 80% do tempo em cidade no modo elétrico, reduzindo, desse modo, até 40% as emissões de CO2 e os gastos de combustível, na comparação com uma motorização convencional a combustão.

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